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Sobre o blog

O blog da Rádio foi criado para você ter um contato direto com a equipe da Rádio UOL. Aqui você acompanha as novidades e pode mandar sugestões e comentários.

Histórico

15 de Maio

A última segunda-feira (14) marcou os 14 anos da morte de um dos maiores nomes da música popular em todos os tempos. Apelidado do "A Voz", Frank Sinatra foi talvez o primeiro verdadeiro pop-star, prefigurando a Beatlemania em mais de duas décadas.

Mas seu sucesso desde o início foi muito além da histeria das fãs. Sinatra revolucionou o fraseado e a técnica com o microfone, brincando com a métrica das canções e com a intensidade da interpretação.

Após uma fase de vacas magras no final dos anos 40 e início dos 50, se reinventou a partir do filme "A Um Passo da Eternidade" em 1953. O crooner romântico deu lugar ao cantor-ator malandro das décadas seguintes. Com Dean Martin, Sammy Davis Jr. e outras feras, liderou o "Rat Pack", famosa turma de amigos que brilhava em grupo dentro e fora das telas.

Diz a lenda que sem apoio de Sinatra, o presidente John F. Kennedy nunca teria sido eleito. Além dos votos, o artista teria servido de ponte entre o então candidato democrata e a máfia. Se isso é fato, nunca saberemos, mas às vezes vale mais a pena cultivar a lenda.

E para isso, nada melhor do que ouvir a playlist do cantor, o disco gravado em parceria com Antonio Carlos Jobim, o clássico álbum "My Way", marcado por interpretações memoráveis de hits da música pop e, por último, nossa seleção de pop tradicional, que além de Frank Sinatra, traz nomes como Tony Bennett, Dean Martin, Fred Astaire, Liza Minelli e muito mais.

 

Por Equipe Rádio UOL às 21h42


 
25 de Abril

Rainha do Jazz faria 95 anos de genialidade


Mais conhecida como “Lady Ella”, a rainha do jazz e dona de uma das vozes mais marcantes do gênero faria 95 anos nesta quarta (25). Nascida em 1917, Ella Fitzgerald teve uma infância turbulenta, conviveu com um padrasto que a maltratava e enfrentou a morte da mãe aos 14 anos, quando largou a escola, foi parar em reformatórios e acabou vivendo nas ruas de Nova York por um tempo.

Aos 17 anos, fez sua estreia nos palcos no show de calouros do Apollo Theatre no Harlem (bairro nova-iorquino) e levou o primeiro prêmio, que garantiu a jovem cantora a oportunidade de cantar por lá durante duas semanas. A partir daí sua carreira só cresceria.

Em 1938, Ella já havia feito suas primeiras gravações e se tornava oficialmente famosa com “A-Tisket, A-Tasket”, que chegou ao primeiro lugar da parada norte-americana e vendeu mais de um milhão de cópias.

Seu primeiro disco, “Pure Ella”, contou com gravações dos irmãos Gershwin e foi lançado em 1950. Outros álbuns marcantes da cantora foram: “Ella Abraça Jobim” com canções de Tom Jobim, “Ella and Louis Again” com Louis Armstrong e “Ella Fitzgerald Sings the Duke Ellington Songbook”.

Durante seus mais de 50 anos de carreira, Ella gravou mais de duzentos álbuns, cerca de duas mil músicas e ganhou 13 prêmios Grammy. Conheça um pouco mais da voz de Lady Ella em nossa playlist na Rádio UOL.

 

Por Equipe Rádio UOL às 13h08


 
23 de Abril

Nada Surf toca essa semana no Brasil, conhece?




Essa semana quem passa pelo Brasil é a banda de Indie Rock Nada Surf. O Trio norte-americano faz um som com guitarras na cara, vocal melodioso e bastante pressão. Formada em 1993 na cidade de NY o grupo faz jus quando se trata de rock a moda dos anos 90. Um som completamente influenciado por seus contemporâneos, um prato cheio para fanáticos por Dinosaur Jr., Sonic Youth, Superchunk e etc. Os caras conseguiram uma grande notoriedade com o sucesso da música “Popular” do álbum “High/Low” (1996), que foi um hit na época. Depois disso lançaram vários álbuns – dois ao vivo e sete de estúdio – muitas turnês mundiais. Eles sempre tiveram uma temática mais obscura, lançando seus álbuns por gravadoras menores ou até mesmo de forma independente, se mantendo no “meio stream”, pois apesar de serem respeitados por vários entusiastas e cultivarem críticas positivas, nunca alcançaram sucessos mundiais que os tornassem astros do rock.


NADA SURF - "The Stars are Indifferent to Astronomy"

O último disco “The Stars Are Indifferent to Astronomy” (2012) é quase uma comemoração de 20º aniversário. Após um hiato de cinco anos sem lançar um álbum de inéditas, esse disco se mostra bem suave, mas com muita pegada, sem muito barulho. É bem fácil notar as guitarras se encontrando, somando melodia com a distorção pesada. Uma bateria mais reta, sem nada muito quebrado, se valendo da escola do grunge na estrutura e execução das músicas, mas com alguns toques mais modernos. A faixa "When I Was Young" é single do álbum, porém a música “Clear Eye Clouded Mind” traduz bem o que eu digo. É suave, mas nem tanto, se é que me entende? É Possível fechar os olhos e se imaginar correndo em uma estrada sem rumo, com esse som de trilha sonora. Em quase duas décadas de estrada os caras se mostram despretensiosos e destilam espontaneidade em suas músicas. 


Ouça a playlist Indie Rock na Rádio UOL
Ouça Nada Surf na Rádio UOL


Se você nunca escutou a banda, fique a vontade aqui na rádio para percorrer esse mundo alternativo, que é bem vasto e cheio de variedades. Se gostar, segue abaixo as informações do show essa quarta no Cine Joia.
 


Onde: Cine Joia (Praça Carlos Gomes, 82, próximo à estação Liberdade)
Data: Quarta (25) de abril
Quanto: R$ 120 e 60 meia
Horário: 21h00

Por Equipe Rádio UOL às 19h14


 
20 de Abril

Rádio UOL por dentro do Metal Open Air




Essa sexta feira é o dia de abertura do maior festival de metal organizado no Brasil – como diz a organização do evento – um show totalmente dedicado ao estilo. O Metal Open Air conta com participações de músicos de diversas partes do mundo, que prometem apresentações épicas. O evento vai mesclar todos os estilos vinculados ao metal.



OBITUARY (usa) - Palco Ronnie James Dio, domingo (22), às 15h30

O evento conta com atrações de peso do Thrash Metal americano. Exodus é uma das atrações principais do festival, banda mais do que essencial para quem procura se aprofundar no estilo. Megadeth também é um dos grandes nomes esperados, Dave Mustaine promete um show . Para os entusiastas do mais pesado Death Metal, poderão se deparar com a obra prima que se refere ao estilo, Obituary. O grupo que mostrou que tocar rápido nem sempre é sinônimo de peso, promete um verdadeiro culto à música pesada.



KORZUS (BRA) - Palco Cliff Burton - sábado (21), às 14h15

O Metal Open Air vai abrir espaço para os representantes nacionais do estilo. O festival convocou um time de “peso pesado” para representar o Brasil nessa celebração headbanger.
Korzus é o nome que não podia faltar nessa lista, uma das bandas mais emblemáticas quando o assunto é Thrash Metal nacional.
Ratos de Porão irá marcar presença, heróis do crossover brasileiro estarão representando a velocidade e a fúria do hardcore no festival. O vocalista João Gordo se manifestou um pouco descontente com a organização em seu twitter, pois, até o momento não haviam recebido as passagens para o festival, mas mesmo assim em respeito aos fãs demonstra sua vontade de participar do eventoAlém de todas essas bandas já citadas, foram convidados também:  Matanza, André Matos, Torture Squad, Shaman e muito mais.



ROCK N ROLL ALL STAR (USA) - Palco Cliff Burton - sexta (21), às 23h45

Uma curiosidade que rendeu bastante visibilidade ao evento é a presença do ator Hollywoodiano Charlie Sheen, que subirá ao palco como mestre de cerimônias do grupo Rock'n'Roll Allstars, banda formada apenas por monstros do rock, que vão de Gene Simmons (KISS) até Sebastian Bach (Skid Row).




DIO DISCIPLES - Palco Ronnie James Dio  - domingo (22), às 18h

O show também irá contar com uma homenagem a um dos grandes nomes do Heavy Metal mundial, Ronnie James Dio, mais conhecido como DIO. Grande ícone do estilo, faleceu em 2010, vocalista marcante na história do Metal, teve uma excelente carreira solo, se popularizando com o hit "Holy Diver", um hino dos headbangers mais antigos. Em meio a todos esses projetos o que marcou de vez seu nome no mundo da música pesada foi sua entrada no Black Sabbath, gravando o disco épico Heaven and Hell, que influênciou gerações seguintes. O time escalado para homenagear Dio é: Tim Owens (Iced Earth, Judas Priest), Craig Goldy, James LoMenzo (Megadeth, Black Label Society), Simon Wright (AC/DC) e Scott Warren (Warrant). 
(Por: Iran Costa - Rádio UOL)

Escute a Playlist do festival aqui na Rádio Uol
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Ouça as plalists de Metal da Rádio UOL: Metal Melódico, Heavy Metal, Metal Brasil, Thrash Metal

O evento vem sofrendo vários problemas, cancelamento de bandas, reclamações a respeito da estrutura e etc. Fiquem por dentro da cobertura do festival e novidades em UOL MÚSICA.

Por Equipe Rádio UOL às 15h41


 
14 de Abril

Os graves alucinantes do dubstep

 

Já ouviu falar de Dubstep? O estilo de música eletrônica vem se popularizando cada vez mais em território nacional, principalmente através do Dj Bruno Belluomini, criador da festa especializada TRANQUERA em 2005. Ele se apresenta no festival Sonar SP no dia 12 de maio.

Novo, o gênero surgiu em Londres no final da década de 90, misturando influências do dub, 2-step, grime e outros estilos. Uma das principais características são os graves, que fazem tremer tudo à sua volta e as bases "sinistras", fugindo do padrão animado de outros setoras da eletrônica.

De alguns anos para cá, artistas conhecidos tem começado a utilizar elementos do dubstep em suas músicas. "Freakshow" de Britney Spears é um exemplo disso.

Entenda tudo isso ouvindo a playlist montada pelo DJ Bruno. É uma discografia básica e também um gostinho com as mais tocadas da TRANQUERA trazendo os grandes nomes do estilo no mundo todo. Confira a apresentação dele no Sónar e veja como isso tudo funciona ao vivo.

Por Equipe Rádio UOL às 10h59


 
05 de Abril

Morre Jim Marshall o "Mestre do barulho"




O mundo da música perdeu uma daquelas figuras que todos conhecem sem saber. Conhecido como “mestre do barulho”, o inglês Jim Marshall, inventor e dono dos amplificadores Marshall morreu aos 88 anos.


Criada na Inglaterra na década de 60, a marca se tornaria sinônimo de rock pesado. Seu logotipo pode ser visto na maioria dos palcos dos grandes shows do estilo.


Mesmo sem dominar o instrumento, Marshall  mudou para sempre a maneira de tocar guitarra com a criação dos amplificadores mais potentes do mundo até então.  Tudo começou quando Pete Townshend, do The Who encomendou um modelo que que tivesse mais volume e agudos. O som da guitarra nunca mais seria o mesmo.


Pouco depois, a marca já havia sido adotada por feras como Jimi Hendrix, Eric Clapton e a maioria dos grandes guitarristas do rock, graças às novas possibilidades de peso e timbre. No decorrer dos anos Guns N’ Roses, Motorhead, AC/DC,  Iron Maiden e muitos outros juraram fidelidade à marca.


A morte de Jim Marshall coincide com os 50 anos da empresa. Para comemorar, marcaram um show em setembro com usuários famosos dos amplificadores, na Wembley Arena em Londres.

Por Equipe Rádio UOL às 14h44


 
04 de Abril

Sem Muddy Waters não haveria Cazuza

Nesta quarta-feira (4), fariam aniversário duas figuras marcantes da música popular: o roqueiro brasileiro Cazuza e o bluesman americano Muddy Waters.

À primeira vista os dois não têm nada em comum além do dia 04 de abril. Muddy nasceu pobre em 1913 no Mississippi. Cazuza veio ao mundo 45 anos depois no Rio de Janeiro num lar privilegiado.

Na realidade, os dois estão intimamente ligados, como veremos a seguir.

Na década de 40, Muddy Waters se mudou para Chicago, onde adicionou as guitarras elétricas ao som do blues tradicional. A mudança revolucionou o estilo para sempre. O que nasceu como um lamento rural se tornava uma forma de música urbana, áspera e dançante.

Nos anos seguintes, o bluesman lançou uma série de singles que se tornaram uma espécie de bíblia do blues elétrico. Estas canções definiram o gênero como um todo dali em diante e despertaram a atenção do público muito além das fronteiras dos Estados Unidos. Na Inglaterra, em particular, Waters se torna um ídolo.

Em 1962, uma turma de musicos fanáticos pelo blues de Chicago decide formar sua própria banda. Sem idéias para o nome, procuram inspiração num LP de Muddy Waters, onde encontram a música "Rollin' Stone". Nascia aí a maior banda de rock and roll de todos os tempos, os Rolling Stones.

Em seus 50 anos de carreira, os Stones reconheceram a influência gravando covers do mestre e citando-o em entrevistas como um de seus principais inspiradores. O mesmo se pode dizer de outros gigantes do rock surgidos na década de 60, como Led Zeppelin, Eric Clapton, Fleetwood Mac e tantos outros.

Não é exagero afirmar que o som do rock da década de 60 em diante não existiria não fosse a influência do blues de Chicago sobre a juventude britânica.E o que seria do blues de Chicago sem Muddy Waters?

Mas onde entre Cazuza na história?

No início da década de 80, surgia no Rio de Janeiro uma banda calcada no som dos Rolling Stones. Era o Barão Vermelho.

Em busca de um vocalista, convidaram o futuro astro Léo Jaime para a posição. Recusando, indicou um conhecido, Cazuza, que até então era mais ligado a teatro e poesia do que ao rock and roll.

Foi a energia stoneana do Barão Vermelho que deu a Cazuza um veículo para seu carisma e talento poético. Daí viriam clássicos como “Bete Balanço” e “Pro Dia Nascer Feliz”, sem os quais o cantor dificilmente se tornaria um dos principais ídolos do pop nacional.

Ou seja: sem Muddy Waters não haveria Rolling Stones. Sem os Stones, não haveria Barão Vermelho. E sem o Barão, Cazuza não seria o que foi.

Nossos parabéns a Muddy Waters e Cazuza, onde quer que estejam.

Por Equipe Rádio UOL às 13h45


 
26 de Março

A Rainha do Pop está de volta

 

Seu último lançamento foi em 2008 - "Hardy Candy" - e agora Madonna está de volta com "MDNA", lançado nesta segunda-feira (26). Vale mencionar que o aguardado disco é o primeiro da cantora lançado pela gravadora Universal, que teve os outros onze lançados pela Warner.

 

Na Rádio UOL você pode ouvir a versão deluxe do MDNA, que além das já conhecidas parcerias de Nicki Minaj e M.I.A. no single "Give Me All Your Luvin'", o álbum conta ainda com a participação de Lourdes Maria, filha da cantora, nos vocais da faixa "Superstar".

 

O primeiro single já tem um álbum de remixes que você pode conferir aqui, além do remix da faixa com o grupo LMFAO que também está na Rádio UOL, conheça.

 

Não deixe de conhecer o novo trabalho da Madonna, ouça agora.

 

Por Equipe Rádio UOL às 18h58


 
22 de Março

Jorge Ben Jor - aniversário e polêmica

Jorge Ben Jor, um dos maiores e mais criativos nomes da música brasileira, fez aniversário nesta quinta-feira (22). A data, normalmente festiva, gerou polêmica. Teria ele feito 70 anos ou 67? Na maioria das fontes consta que Ben Jor nasceu no dia 22/03/1942. É o caso de sites referência no que diz respeito à MPB como o CliqueMusic e o Dicionário Cravo Albin de Música Brasileira. Mas seu verbete na Wikipedia e um comunicado de sua assessoria de imprensa afirmam que o cantor é três anos mais novo.

Para ter certeza, seria preciso conferir o RG do cantor. Mesmo assim, pudemos concluir que a hipótese de 1945 desperta algumas suspeitas.


Se verdadeira, significaria que o músico revolucionou a MPB com meros 18 anos de idade, ao lançar seu LP de estréia "Samba Esquema Novo" em 1963.


Não seria a primeira vez que um adolescente abala o cenário musical. O problema é que biografias como as do Dicionário Cravo Albin e a da própria Wikipedia citam que Jorge começou a carreira aos 18 anos, após ganhar um violão de presente da mãe.


Será que, em menos de um ano, o músico então adolescente teria sido capaz de aprender a tocar, começar a compor e, finalmente, gravar uma obra prima que virou o  cenário musical de ponta cabeça? Não é impossível, mas se verdadeira, a hipótese faria dele uma espécie de Mozart carioca.


Também é notória a participação de Ben Jor na legendária Turma do Matoso, que costumava se reunir nas ruas da Tijuca para cantar rock and roll no final da década de 50. Também faziam parte da turma Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Tim Maia, todos nascidos entre 1941 e 42.  Nada impede que Jorge tenha sido o caçula do grupo, mas na adolescência, três ou quatro anos fazem uma  diferença razoável.


Foi na Turma da Tijuca  também que o futuro cantor recebeu o apelido que o acompanharia por toda a vida, “Babulina”. A inspiração veio de uma das músicas que Ben Jor costumava tocar nas rodas de violão, “Bop A Lena”, lançada pelo cantor de rockabilly Ronnie Self em 1957.


A questão é que, se ele nasceu em 1945 e só começou a tocar aos 18 anos, as tais sessões de rock da turma teriam acontecido, no mínimo, em 1963. Só que nesta época Roberto e Erasmo já começavam a fazer sucesso e Tim Maia morava nos EUA.  E é pouco plausível que, às vésperas de “Samba Esquema Novo”, o cantor ainda estivesse nas ruas da Tijuca cantando um rock de seis anos antes.


Voltando a tempos mais recentes, foi lançado há precisos 10 anos o CD “A Banda do Zé Pretinho - Acústico MTV”. Um dos motes do disco era marcar o aniversário de 60 anos do cantor.  Na altura, a Folha de São Paulo deu ao lançamento matéria de capa na Ilustrada do dia 01/02/2002. O primeiro parágrafo já revela a idade do músico: 59 anos.


Seja como for, tudo isso é especulação. Gênios como Jorge Ben Jor merece ser homenageado em qualquer ano.
Com isso em mente, recrutamos artistas como o cantor Simoninha, os Rappers Dexter e Rappin Hood, o percussionista do Trio Mocotó Nereu e outros para escolher e comentar suas canções favoritas do Babulina.

Ouça elas e outros clássicos na playlist do mestre.

Salve Jorge!

Pedro Carvalho - equipe Rádio UOL

Por Equipe Rádio UOL às 19h30


 
20 de Março

Garimpando a nova MPB



É sempre bom ficar por dentro do que acontece no cenário da música nacional. Às vezes ficamos presos ao passado e não nos rendemos às novidades, por isso, abrimos este espaço para conhecê-las aumentar a lista de artistas favoritos. Desta vez, falaremos de três  artistas que lançaram material de qualidade recentemente, com seus respectivos links.

Um nome obrigatório é o cantor Filipe Catto (na imagem que abre o post), que tem se destacado por sua voz intensa de contratenor. Catto acaba de lançar “Fôlego”, um disco pra se ouvir do começo ao fim sem trocar de faixa. é notável a influência dos clássicos, remetendo aos anos oitentista, mas com qualidade da produção atual. Mantendo a originalidade, Filipe ousa e lança um dos discos mais saborosos da MPB recente.

Seguindo o mesmo caminho, vem Karina Burh, que tem se apresentado com frequência no circuito paulistano. A cantora nasceu em Salvador, mas viveu maior parte da sua vida em Recife, onde absorveu a influência dos ritmos regionais, que combina com a linguagem pop. Lançou seu último trabalho em 2011 "Longe de Onde", após o disco "Eu menti Pra você", de 2010. Em ambos, se destaca a voz suave e
o sotaque nordestino, que tempera bem o instrumental com influências que, indo além da MPB, chegam ao jazz e às guitarras roqueiras. 

 

E por último, mas não menos importante, temos Graça Cunha . O álbum recém lançado “Tirei de Letra”, traz brasilidade à flor da pele, misturando ritmos sem perder a essência do samba.  O disco segue um clima continuo e gostoso, ritmo contagiante que lembra nomes como Gonzaguinha. A cantora atua na banda do programa de TV Altas Horas e já está envolvida com música há bastante tempo.

Outros nomes essenciais da nova música brasileira são:
Luciana Mello, Emiliano Castro, Graziela Medori, Fernando Anitelli, Elder Costa, Vanessa da Mata e muitos outros, que estão na Playlist Novos Nomes da MPB.

Por Equipe Rádio UOL às 18h37


 
19 de Março

Sucessos que bateram na trave

Quando uma canção estoura nas paradas, é difícil saber se dali a uns anos o público ainda se lembrará dela. Muitas vezes, canções que chegam ao primeiro lugar morrem rapidamente, após impedir que sucessos muito mais duradouros cheguem à liderança.

 

O exemplo mais célebre deste fenômeno talvez seja o single "Strawberry Fields Forever / Penny Lane", dos Beatles. Um salto evolutivo na história da música pop, ao ser lançado no Reino Unido em 1967, foi impedido de chegar ao primeiro posto pela balada água com açúcar “Release Me” de Engelbert Humperdinck. 

 

E este é um caso entre inúmeros outros no decorrer das décadas.  Em 1956, “Blue Suede Shoes” de Carl Perkins traduzia a postura rebelde da juventude daquela década, sendo lembrada até hoje como um marco do rock and roll. Ainda assim, parou no número dois. Enquanto isso, quem se lembra de “Poor People Of Paris” de Les Baxter, que chegou ao primeiro lugar na mesma época?

 

Mais recentemente, “Pump Up The Jam” do Technotronic definiu o início da década de 90. Com refrão grudento e ritmo contagiante, tocou tanto que a dance music como um todo foi apelidade de “poperô” (abrasileiramento da frase “pump it up”).

 

E por aí vai. Outras inacreditáveis medalhas de prata foram recebidas por sucessos do calibre de “Tears In Heaven”, de Eric Clapton, “Born To Be Wild” do Steppenwolf, “Under The Bridge” do Red Hot Chili Peppers e “Like a Rolling Stone” de Bob Dylan. E a lista continua...

 

Ouça a playlist “Número 2” e veja quais outros grandes sucessos quase chegaram ao primeiro lugar da Billboard, da década de 50 aos dias de hoje.

Por Equipe Rádio UOL às 18h39


 
13 de Março

O som de Florence And The Machine

 

Quem se depara com aquela mulher, tímida, com um tom de voz quase imperceptível, não aposta na transformação que acontece quando começa a cantar. Mas, é isso que ocorre quando Florence Welch, líder da banda Florence + The Machine, sobe aos palcos.


Florence + The Machine consegue reunir batidas para quem quer dançar, ao som de "Dogs Days Are Over", ser romântica com "Never Let Me Go" e totalmente obscura com o recente sucesso "No Light, No Light".


Com apresentações seguras e contagiantes nos palcos do SNL, The X-Factor e até mesmo aqui no Brasil no Summer Soul Festival, a cantora Florence Welch mostrou que sua estranheza tem certo charme.

 

Conheça a voz da cantora e sua banda aqui na Rádio UOL.

Por Equipe Rádio UOL às 16h42


 
12 de Março

"The Velvet Underground & Nico" faz 45 anos

 

Nesta segunda feira (12) completa 45 anos o lançamento de um dos álbuns fundamentais da história do rock, "The Velvet Underground & Nico".
Na altura, o disco de estréia da banda novaiorquina Velvet Underground vendeu pouco, mas segundo o produtor Brian Eno, "a maioria que ouviou acabou formando uma banda". Hipérbole à parte, pode-se dizer sem grande polêmica que o LP é a pedra fundamental do rock alternativo, abrindo caminho para os cenários punk, pós-punk e indie que marcariam as décadas seguintes.

 

Formada em 1964 por Lou Reed (guitarra e vocal) e John Cale (baixo e viola), a banda se consolidaria no ano seguinte já com Sterling Morrison (guitarra e baixo) e Maureen "Mo" Tucker (bateria). Reed queria, desde o início, explorar novas possibilidades no rock and roll além dos temas ingênuos e adolescentes que dominavam o estilo. Anos depois, definiu o conceito como "rock para adultos", o que combina com o fato do nome da banda ter sido inspirado num romance pornográfico. Paralelamente, Cale havia estudado música de vanguarda e trouxe consigo idéias musicais até então inéditas, explorando como nunca antes o caos, o barulho e as harmonias estranhas.

 

Isso tudo, junto à imagem sinistra e à androginia da baterias "Mo" Tucker chamou a atenção do ícone da Pop Art, Andy Warhol, que apadrinhou a banda, apresentando-a à cantora alemã Nico. Bela, excêntrica e dotada de uma estranha voz grave, coube como uma luva na formação do Velvet. Começa aí o processo de criação que chegaria no álbum de estréia.

 

Gravado entre abril e novembro de 1966 pelo legendário produtor Tom Wilson, o trabalho trazia o repertório inicial do grupo. Mais do que isso, era o primeiro disco de música pop com canções falando abertamente de vício em drogas pesadas ("I'm Waiting For The Man", "Heroin", "Run Run Run") e sadomasoquismo ("Venus in Furs"). Ainda mais experimental, "European Son" fecha o disco com sete minutos de improvisação e ruídos. Multidimensional, o álbum também contava com canções singelas e líricas como "Sunday Morning", "Femme Fatale" e "I'll Be Your Mirror".

 

A capa, marcante, foi desenhada por Andy Warhol e se transformou num dos trabalhos mais marcantes do artistas. Simples, era apenas uma banana sobre um fundo branco, mas na edição original a banana podia ser "descascada", revelando uma sugestiva coloração rosada na polpa.

 

Ao ser lançado, quase um ano após o início das gravações, "The Velvet Underground & Nico" pegou o início da revolução psicodélica que varreria o mundo no verão de 1967. A banda, no entanto, não poderia estar mais distante do "flower power". Vestidos de preto, falando sobre temas urbanos e negativos, foram um dos poucos antídotos aos clichês da geração hippie. Ao mesmo tempo anti-comerciais e fora de sintonia com a contracultura, só conseguiram chegar ao número 171 das paradas da Billboard. Mas as sementes estavam plantadas.

 

Na Inglaterra, David Bowie ouvia com atenção e elaborava o que viria a fazer na década seguinte. Na Alemanha, os futuros integrantes de bandas como Can e Neu! tinham epifanias. Nos EUA, o adolescente Jonathan Richman largava tudo para seguir a banda, antes de inventar a new wave com seu grupo The Modern Lovers.

 

Durante a década de 70, mesmo com o sucesso da carreira solo de Lou Reed, a banda continuou obscura, alimentando uma sociedade secreta de fãs. Isto se refletiu diretamente nos covers gravados por diversas bandas punks inglesas, na temática sinistra do Joy Division e de forma ainda mais extrema em bandas da década de 80 como Sonic Youth e Jesus & Mary Chain, que definiram o indie rock de seus países reproduzindo tanto o visual como as microfonias e experimentações sonoras do Velvet Underground.

 

Aos 45 anos, "The Velvet Underground & Nico" tem o prestígio que merece. Eleito pela revista "Rolling Stone" como o 13º disco mais influente de todos os tempos, é mais conhecido do que nunca e fartamente disponível. Durante todas estas décadas, se existe um que sempre é citado quando uma nova leva de bandas surge para "salvar o rock", é o do Velvet Underground. E assim deve continuar.

 

Ouça agora na Rádio UOL a versão deluxe do disco "The Velvet Underground & Nico".

Por Equipe Rádio UOL às 11h40


 
07 de Março

O Gospel é Pop!

 

Ás vezes o senso comum pega a gente sem perceber, um dos casos é a música Gospel. Muita gente pensa que o estilo se limita a hinos e louvores, mas, o Gospel vem mostrando uma face bem interessante nos últimos tempos.


A produção da Rádio montou a Playlist Pop Gospel para apresentar para o público os nomes que vem se destacando nesse meio há algum tempo e, claro, as novidades também. Uma seleção que mescla Pop Rock, Soul, Hip-Hop e muito mais, deixando clara a diversidade musical que existe dentro desse circuito, então confira nomes como Eyshila, PG, Oficina G3, Kleber Lucas, Pregador Luo , Thalles e outros na Rádio UOL.


Além da playlist, você pode conferir na Rádio o acervo do Programa MK Gospel, cada edição traz um top 10 com os maiores sucessos do gênero.

 

Navague também na nossa página do Estilo Gospel.

Por Equipe Rádio UOL às 16h52


 
01 de Março

Justin Bieber faz 18 anos!

 

Com pouco mais de dois anos de carreira - seu álbum de estreia foi lançado em novembro de 2009 - esse fênomeno do pop já participou dos principais prêmios da música internacional e apareceu diversas vezes no topo das paradas norte-americanas, canadenses, britânicas e, claro, brasileiras.

 

Além da nossa tradicional playlist (que você pode conferir aqui), separamos algumas músicas com participações especias do cantor:

 

"Live My Life" do Far East Movement

"Somebody To Love" do Usher

"Next 2 You" de Chris Brown

"All I Want For Christmas Is You" com Mariah Carey

"Never Say Never" com Jaden Smith

"Runaway Love" com remix de Kanye West

 

Veja também uma seleção de fotos para relembrar momentos da vida e da carreira de Justin Bieber.

 

Por Equipe Rádio UOL às 11h31


 
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